A Magia Cigana me encanta. Omodo como eles vêem Deus,
a natureza, as cores, a espiritualidade, o futuro, as pessoas, as
sensações, como eles vêem a vida e a morte,
o amor...enfim, como eles vêem o Mundo.
Por isso fiz esse blog...Eu estou meio perdida nesse Mundo, nessa
sociedade, parece que me falta às vezes o chão. O
que eu tenho sempre aceso em meu coração é
Deus, e é com Ele e para Ele que vivo. Mas a magia cigana...
esta me fascina a cada dia, a cada momento, a cada carta do tarot..
Sobre mim...
Nome: Gabriela Cristina
Lima Cabral
Idade: 22 anos
Niver: 26 de julho
Signo: Leão
Ascendente: Leão
Faculdade: Publicidade
e-mail:gabriela.cabral@terra.com.br
Icq: 57227326
Mirc: FeLiNa_ (rede BrasNet)
Amo rir, sem meu sorriso não seria
nada, por isso acabo sendo uma garota muito brincalhona...
Deus em meu coração ocupa um espaço único e grandioso. Gosto de jogar tarot, me sinto fascinada pelas cartas
Amo internet, e quando as pessoas que eu espero entram, mesmo quando não falam comigo,
adoro saber que elas estão ali tão perto a ponto de
poder olhá-las através dos nicks. Adoro ler, e o livro
que eu li, que mais mexeu comigo foi "Morro das Ilusões"
da Zíbia Gasparetto, recomendo a todos. Amo meu cabelo, e
quem me conhece sabe o quão neurótica eu sou com eles,
cultuo eles até não poder mais, mas poucos sabem que
o que eu mais gosto são meus olhos, mais ainda quando os
raios do sol batem neles e os deixam mais verdes.
No cinema eu gosto de aventuras, romance, suspense e comédia.
Mas pra ouvir eu gosto daquelas românticas, que falem de amor e mantras.
Ah é, eu sou hiper romântica, já passou pela
minha cabeça que minha vida era um lindo e eterno conto de
fadas, daqueles estilo Cinderela.Eu fantasio sempre, mesmo sabendo
que são fantasias, isso torna minha passada pela Terra especial.
Acredito muito em reencarnação Eu confio muito em Deus e no
Amor. Adoro forró, embora não saiba dançar
direito, eu gosto mesmo é de ouvir, principalmente Alceu
Valença, que me faz lembrar de alguém que eu tanto
amo.
Eu amo minha família e sei que posso sempre contar com eles
pra tudo o que eu mais tiver dificuldade. Também amo o Bê
e meus amigos.
Adoro ter dinheiro na carteira pra comprar as roupas que eu amei
na vitrine de uma loja, mas odeio ficar andando muito pelo shopping.
Estou amando a minha profissão e aprendendo o quanto ela
pode me fazer feliz,aliás, eu estou aprendendo a me amar,
e isso está sendo bom demais. Odeio pessoas indecisas, embora
eu seja assim. Adoro ouvir "Eu te Amo", e adoro dizer
quando eu sinto realmente que amo, mesmo que seja para o meu cachorro
Bethoven. Adoro abraçar meus amigos e os dizer o quanto os amo. Ah,
eu amo tanto ter amigos, embora não os tenha muitos. Adoro
meu carro, e sair dirigindo ele sem rumo, e quando ver, estar beirando
a praia da Barra olhando o mar, e aquela brisa tocando meu rosto
e meus cabelos. De repente parar, sentar na areia, sozinha e ficar
que nem uma maluca conversando com Iemanjá.
Adoro estudar sobre Sai Baba e descobrir a cada momento o quanto
ele é fascinante. Adoro pensar na frase "Quanto mais
escura a noite, mais próximo está o raiar do dia",
porque me dá força pra continuar vivendo, mesmo longe
de quem eu amo. E acima disso tudo eu amo a Deus e torço
muito para um dia poder estar com Ele em outro plano...
5. Aproxima-se o tempo em que se cumprirão as coisas anunciadas para a transformação da Humanidade. Ditosos seráo os que houverem trabalhado no campos do Senhor, com desinteresse e sem outro móvel, senão a caridade! Seus dias de trabalho serão pagos pelo cêntuplo d qe tiverem esperado. Ditosos os que hajam dito a seus irmãos: "Trabalhemos juntos e unamos os nossos esforços, a fim de que o Senhor, ao chegar, encontre acabada a obra", porquanto o Senhor lhes dirá: "Vinde a mim, vós que sois bons servidores, vós que soubestes impor silêncio aos vossos ciúmes e às vossas discórdias, a fim de que daí não viesse dano para a obra!" Mas, ai daqueles que, por efeito das suas dissensões, houverem retardado a hora da colheita, pois a tempestade virá e eles serão levados no turbilhão! Clamarão: "Graça! graça!" O Senhor, porém, lhes dirá: "Como implorais graças, vós que não tivestes piedade dos vossos irmãos e que vos negastes a estender-lhes as mãos, que esmagastes o fraco, em vez de o amparardes? Como suplicais graças, vós que buscastes a vossa recompensa nos gozos da Terra e na satisfação do vosso orgulho? Já recebestes a vossa recompensa, tal qual quisestes. Nada mais vos cabe pedir; as recompensas celestes são para os que não tenham buscado as recompensas da Terra."
Deus procede, neste momento, ao censo dos seus servidores fiéis e já marcou com o dedo aqueles cujo devotamento é apenas aparente, a fim de que não usurpem o salário dos servidores animosos, pois aos que não recuarem diante de suas tarefas é que Ele vai confiar os postos mais difíceis na grande obra da renegação pelo Espiritismo. Cumprir-se-ão estas palavras: "Os primeiros serão os últimos, e os últimos serão os primeiros no reino dos céus" - O Espírito de Verdade. (Paris, 1862).
Gabriela Cabral em 8:10 PM
*****Deixe sua magia*****
Sexta-feira, Dezembro 01, 2006
O orgulho e a humildade
11. Que a paz do Senhor seja convosco, meus queridos amigos! Aqui venho para encorajar-vos a seguir o bom caminho. Aos pobres Espíritos que habitaram outrora a Terra, conferiu Deus a missão de vos esclarecer. Bendito seja Ele, pela graça que nos concede: a de podermos auxiliar o vosso aperfeiçoamento. Que o Espírito Santo me ilumine e ajude a tomar compreensível a minha palavra, outorgando-me o favor de pô-la ao alcance de todos! Oh! vós, encarnados, que vos achais em prova e buscais a luz, que a vontade de Deus venha em meu auxílio para fazê-la brilhar aos vossos olhos!
A humildade é virtude muito esquecida entre vós. Bem pouco seguidos são os exemplos que dela se vos têm dado. Entretanto, sem humildade, podeis ser caridosos com o vosso próximo? Oh! não, pois que este sentimento nivela os homens, dizendo-lhes que todos são irmãos, que se devem auxiliar mutuamente, e os induz ao bem. Sem a humildade, apenas vos adornais de virtudes que não possuís, como se trouxésseis um vestuário para ocultar as deformidades do vosso corpo. Lembrai-vos dAquele que nos salvou; lembrai-vos da sua humildade, que tão grande o fez, colocando-o acima de todos os profetas.
O orgulho é o terrível adversário da humildade. Se o Cristo prometia o reino dos céus aos mais pobres, é porque os grandes da Terra imaginam que os títulos e as riquezas são recompensas deferidas aos seus méritos e se consideram de essência mais pura do que a do pobre. Julgam que os títulos e as riquezas lhes são deferidas; pelo que, quando Deus lhos retira, o acusam de injustiça. Oh! irrisão e cegueira! Pois, então, Deus vos distingue pelos corpos? O envoltório do pobre não é o mesmo que o do rico? Terá o Criador feito duas espécies de homens? Tudo o que Deus faz é grande e sábio; não lhe atribuais nunca as idéias que os vossos cérebros orgulhosos engendram. Ó rico! Enquanto dormes sob dourados tetos, ao abrigo do frio, ignoras que jazem sobre a palha milhares de irmãos teus, que valem tanto quanto tu? Não é teu igual o infeliz que passa fome? Ao ouvires isso, bem o sei, revolta-se o teu orgulho. Concordarás em dar-lhe uma esmola, mas em lhe apertar fraternalmente a mão, nunca. "Pois quê! dirás, eu, de sangue nobre, grande da Terra, igual a este miserável coberto de andrajos! Vã utopia de pseudofilósofos! Se fôssemos iguais, por que o teria Deus colocado tão baixo e a mim tão alto?" E exato que as vossas vestes não se assemelham; mas, despi-vos ambos: que diferença haverá entre vós? A nobreza do sangue, dirás; a química, porém, ainda nenhuma diferença descobriu entre o sangue de um grão-senhor e o de um plebeu; entre o do senhor e o do escravo. Quem te garante que também tu já não tenhas sido miserável e desgraçado como ele? Que também não hajas pedido esmola? Que não a pedirás um dia a esse mesmo a quem hoje desprezas? São eternas as riquezas? Não desaparecem quando se extingue o corpo, envoltório perecível do teu Espírito? Ah! lança sobre ti um pouco de humildade! Põe os olhos, afinal, na realidade das coisas deste mundo, sobre o que dá lugar ao engrandecimento e ao rebaixamento no outro; lembra-te de que a morte não te poupará, como a nenhum homem; que os teus títulos não te preservarão do seu golpe; que ela te poderá ferir amanhã, hoje, a qualquer hora. Se te enterras no teu orgulho, oh! quanto então te lamento, pois bem digno de compaixão serás.
Orgulhosos! Que éreis antes de serdes nobres e poderosos? Talvez estivésseis abaixo do último dos vossos criados. Curvai, portanto, as vossas frontes altaneiras, que Deus pode fazer se abaixem, justo no momento em que mais as elevardes. Na balança divina, são iguais todos os homens; só as virtudes os distinguem aos olhos de Deus. São da mesma essência todos os Espíritos e formados de igual massa todos os corpos. Em nada os modificam os vossos títulos e os vossos nomes. Eles permanecerão no túmulo e de modo nenhum contribuirão para que gozeis da ventura dos eleitos. Estes, na caridade e na humildade é que tem seus títulos de nobreza. Pobre criatura! és mãe, teus filhos sofrem; sentem frio; tem fome, e tu vais, curvada ao peso da tua cruz, humilhar-te, para lhes conseguires um pedaço de pão! Oh! inclino-me diante de ti. Quão nobremente santa és e quão grande aos meus olhos! Espera e ora; a felicidade ainda não é deste mundo. Aos pobres oprimidos que nele confiam, concede Deus o reino dos céus. E tu, donzela, pobre criança lançada ao trabalho, às privações, por que esses tristes pensamentos? Por que choras? Dirige a Deus, piedoso e sereno, o teu olhar: ele dá alimento aos passarinhos; tem-lhe confiança: ele não te abandonará. O ruído das festas, dos prazeres do mundo, faz bater-te o coração; também desejaras adornar de flores os teus cabelos e misturar-te com os venturosos da Terra. Dizes de ti para contigo que, como essas mulheres que vês passar, despreocupadas e risonhas, também poderias ser rica. Oh! caia-te, criança! Se soubesses quantas lágrimas e dores inomináveis se ocultam sob esses vestidos recamados, quantos soluços são abafados pelos sons dessa orquestra rumorosa, preferirias o teu humilde retiro e a tua pobreza. Conserva-te pura aos olhos de Deus, se não queres que o teu anjo guardião para o seu seio volte, cobrindo o semblante com as suas brancas asas e deixando-te com os teus remorsos, sem guia, sem amparo, neste mundo, onde ficarias perdida, a aguardar a punição no outro.
Todos vós que dos homens sofreis injustiças, sede indulgentes para as faltas dos vossos irmãos, ponderando que também vós não vos achais isentos de culpas; é isso caridade, mas é igualmente humildade. Se sofreis pelas calúnias, abaixai a cabeça sob essa prova. Que vos importam as calúnias do mundo? Se é puro o vosso proceder, não pode Deus vo-las compensar? Suportar com coragem as humilhações dos homens é ser humilde e reconhecer que somente Deus é grande e poderoso. Oh! meu Deus, será preciso que o Cristo volte segunda vez à Terra para ensinar aos homens as tuas leis, que eles olvidam? Terá que de novo expulsar do templo os vendedores que conspurcam a tua casa, casa que é unicamente de oração? E, quem sabe? ó homens! se o não renegaríeis como outrora, caso Deus vos concedesse essa graça! Chamar-lhe-íeis blasfemador, porque abateria o orgulho dos modernos fariseus. E bem possível que o fizésseis perlustrar novamente o caminho do Gólgota. Quando Moisés subiu ao monte Sinai para receber os mandamentos de Deus, o povo de Israel, entregue a si mesmo, abandonou o Deus verdadeiro. Homens e mulheres deram o ouro e as jóias que possuíam, para que se construísse um ídolo que entraram a adorar. Vós outros, homens civilizados, os imitais. O Cristo vos legou a sua doutrina; deu-vos o exemplo de todas as virtudes e tudo abandonastes, exemplos e preceitos. Concorrendo para isso com as vossas paixões, fizestes um Deus a vosso jeito: segundo uns, terrível e sanguinário; segundo outros, alheado dos interesses do mundo. O Deus que fabricastes é ainda o bezerro de ouro que cada um adapta aos seus gostos e às suas idéias.
Despertai, meus irmãos, meus amigos. Que a voz dos Espíritos ecoe nos vossos corações. Sede generosos e caridosos, sem ostentação, isto é, fazei o bem com humildade. Que cada um proceda pouco a pouco à demolição dos altares que todos ergueram ao orgulho. Numa palavra: sede verdadeiros cristãos e tereis o reino da verdade. Não continueis a duvidar da bondade de Deus, quando dela vos dá ele tantas provas. Vimos preparar os caminhos para que as profecias se cumpram. Quando o Senhor vos der uma manifestação mais retumbante da sua clemência, que o enviado celeste já vos encontre formando uma grande família; que os vossos corações, mansos e humildes, sejam dignos de ouvir a palavra divina que ele vos vem trazer; que ao eleito somente se deparem em seu caminho as palmas que aí tenhais deposto, volvendo ao bem, à caridade, à fraternidade. Então, o vosso mundo se tornará o paraíso terrestre. Mas, se permanecerdes insensíveis à voz dos Espíritos enviados para depurar e renovar a vossa sociedade civilizada, rica de ciências, mas, no entanto, tão pobre de bons sentimentos, ah! então não nos restará senão chorar e gemer pela vossa sorte. Mas, não, assim não será. Voltai para Deus, vosso pai, e todos nós que houvermos contribuído para o cumprimento da sua vontade entoaremos o cântico de ação de graças, agradecendo-lhe a inesgotável bondade e glorificando-o por todos os séculos dos séculos. Assim seja. Lacordaire. Constantina, 1863. (OS POBRES DE ESPÍRITO)
Gabriela Cabral em 10:52 PM
*****Deixe sua magia*****
Sexta-feira, Agosto 25, 2006
Hoje em uma palestra falando sobre a morte leram este texto. fiquei maravilhada com o sentido que ele deu a morte, e a explicação que ele soube trazer através de símbolos.
Decidi postar, porque é sempre bom dividir coisas boas! =)
PARTIDA E CHEGADA
Quando observamos, da praia, um veleiro a afastar-se da costa, navegando mar adentro, impelido pela brisa matinal, estamos diante de um espetáculo de beleza rara. O barco, impulsionado pela força dos ventos, vai ganhando o mar azul e nos parece cada vez menor.
Não demora muito e só podemos contemplar um pequeno ponto branco na linha remota e indecisa, onde o mar e o céu se encontram. Quem observa o veleiro sumir na linha do horizonte, certamente exclamará:
"já se foi".
Terá sumido?
Evaporado?
Não, certamente. Apenas o perdemos de vista. O barco continua do mesmo tamanho e com a mesma capacidade que tinha quando estava próximo de nós. Continua tão capaz quanto antes de levar ao porto de destino as cargas recebidas. O veleiro não evaporou, apenas não o podemos mais ver.
Mas ele continua o mesmo.
E talvez, no exato instante em que alguém diz: "já se foi", haverá outras vozes, mais além, a afirmar: "lá vem o veleiro".
Assim é a morte.
Quando o veleiro parte, levando a preciosa carga de um amor que nos foi caro, e o vemos sumir na linha que separa o visível do invisível dizemos:
"já se foi".
Terá sumido?
Evaporado?
Não, certamente.
Apenas o perdemos de vista.
O ser que amamos continua o mesmo. Sua capacidade mental não se perdeu. Suas conquistas seguem intactas, da mesma forma que quando estava ao nosso lado. Conserva o mesmo afeto que nutria por nós. Nada se perde, a não ser o corpo físico de que não mais necessita no outro lado.
E é assim que, no mesmo instante em que dizemos:
"já se foi",
no mais além, outro alguém dirá feliz:
"já está chegando".
Chegou ao destino levando consigo as aquisições feitas durante a viagem terrena. A vida jamais se interrompe nem oferece mudanças espetaculares, pois a natureza não dá saltos.
Cada um leva sua carga de vícios e virtudes, de afetos e desafetos, até que se resolva por desfazer-se do que julgar desnecessário.
A vida é feita de partidas e chegadas. De idas e vindas. Assim, o que para uns parece ser a partida, para outros é a chegada.
Um dia partimos do mundo espiritual na direção do mundo físico; noutro partimos daqui para o espiritual, num constante ir e vir, como viajores da imortalidade que somos todos nós.
Pense nisso!
Victor Hugo, poeta e romancista francês que viveu no Século XIX, falou da vida e da morte dizendo:
"A cada vez que morremos ganhamos mais vida. As almas passam de uma esfera para a outra sem perda da personalidade, tornando-se cada vez mais brilhantes.
Eu sou uma alma. Sei bem que vou entregar à sepultura aquilo que não sou.
Quando eu descer à sepultura, poderei dizer, como tantos: meu dia de trabalho acabou. Mas não posso dizer: minha vida acabou. Meu dia de trabalho se iniciará de novo na manhã seguinte. O túmulo não é um beco sem saída, é uma passagem.
Fecha-se ao crepúsculo e a aurora vem abri-lo novamente."
Autor: Desconhecido.
Gabriela Cabral em 1:55 AM
*****Deixe sua magia*****
Segunda-feira, Agosto 14, 2006
Não sei porquê, mas esta cigana me chamou a atenção!
"Que cada ato da minha vontade seja impregnado com Tua vitalidade divina.
Ornamenta com Tua bondade cada conceito pessoal, cada opinião, cada ambição.
Ó divino escultor, molda a minha vida segundo o Teu plano!"
Paramahansa Yogananda, "Sussurros da Eternidade"
Gabriela Cabral em 12:48 AM
*****Deixe sua magia*****
Terça-feira, Julho 11, 2006
Liberdade
Até você agir, você é livre, mas depois que agiu, o efeito da ação o
perseguirá, quer queira ou não. Essa é a lei do karma. Você é uma
pessoa
que pode agir com liberdade,
mas quando realiza determinado ato, deverá colher os frutos desse ato.
Paramahansa Yogananda
Gabriela Cabral em 12:39 AM
*****Deixe sua magia*****
Quarta-feira, Maio 24, 2006
Opcha Amigos,
Muito tempo sem postar, mas hoje é um dia especial...
DIA DE SANTA SARA KALI, santa protetora da magia cigana, da magia do universo.
Neste dia tão especial, quero desejar a todos que ao respirar, sintam a paz e o amor transbordarem por entre seus poros, e que possam sorrir e dizer, Eu sou feliz por ter Deus perto de mim!!!
Muita paz amigos! E aproveitem ao máximo este dia tão especial!!!
Oração a Santa Sara Kali
Recomenda-se acender uma vela azul.
Sara, Sara, Sara foste escrava de José de Arimatéia, no mar foste abandonada, te peço "paz e amor ao meu coração" (fazer o pedido). Teus milagres no mar sucederam e como santa te tornastes, a beira do mar chegastes e os ciganos te acolheram. Sara, Rainha, Mãe dos Ciganos que te consagram como tua protetora e mãe vinda das águas. Sara, mãe dos aflitos, a ti imploro proteção para meu corpo, luz para que meus olhos enxerguem no escuro, luz para meu espírito e amor para todos meus irmãos.
Aos pés da Mãe Santíssima, tu, Sara, me colocarás e a todos que me cercam para que possamos vencer as provações terrenas. Sara, Sara, Sara não sentireis dores nem tremores. Espíritos perdidos não me encontrarão e assim como conseguistes o milagre do mar, a todos que me desejarem mal, tu, com as águas me fará vencer (beber três goles d´água).
Amai-nos Sara, para que eu possa ajudar a todos que me procurem. Ajudados pelos teus poderes serei alegre e compreensiva(o) com todos que me cercam. Corre no céu, corre na terra, corre no mundo e Sara, Sara, Sara estará sempre a minha frente, sempre atrás, do lado esquerdo, do lado direito.
E assim, dizemos que somos protegidos por Sara que nos ensinará a caminhar e perdoar.
(Reze três ave-marias, sendo a primeira para Santa Sara, a segunda para os ciganos e a terceira para você).
Muita paz e amor para vocês!!!!!!!
Gabriela Cabral em 1:55 PM
*****Deixe sua magia*****
Domingo, Julho 10, 2005
Lenda De Uma Cigana
Composição: Desconhecido
A lenda de uma cigana
Adormecida ao relento
Que perdeu a caravana
Por seguir o pensamento
Tem dias que anda pairando
Nos rumos do mundo
Tem dias que anda rolando
Nas presas do tempo
Diz a lenda que a cigana
Pelo caminho onde viera
O xaile tinha perdido
E um vagabundo o trouxera
Sacudindo o pó e as mágoas
Como se a cor acordasse
Num abraço dançou com ela
Antes que o vento a roubasse
Só o vento nos roda a saia
Só o vento nos faz dançar
Nos confunde os passos na areia
Muda o rumo às águas do mar
No silêncio mal se ouviam
Dançar descalços na areia
Numa noite quase fria
Estava a lua quase cheia
E pra rasgarem o escuro
Ou fugir à solidão
Ataram corpos cansados
Na sombra vaga do chão
Quando o sol entorna o dia
Ficara o xaile esquecido
E os passos da cigana
Já o vento tinha escondido
Ficou só o vagabundo
Resgatando uma ilusão
Com a alma amordaçada
Na palma da mão
Só o vento nos roda a saia
Só o vento nos faz dançar
Nos confunde os passos na areia
Muda o rumo às águas do mar.
Gabriela Cabral em 1:04 AM